Decencia - Osvaldo PUGLIESE
Número de gravação: ERT-12023

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LETRAS
Decencia - Manuel Bargiela (1968)

Por ser fiel a la decencia,
sólo me queda el dolor
de ver mi sombra en la nada,
sin que me guarde rencor.
Siempre he creído en la gente,
en su moral y la ley;
por eso llego esta noche
sin guía para mi fe.

Decencia que estás en mí,
decime como arrancar;
no vez la honradez sufrir,
no vez reír la maldad.
Si la vida nos unió
en esta lucha a los dos,
no quiero verte aflojar
si tarda en salir el sol.

Decencia que está en mí,
contigo quiero morir.

SUGESTÃO DE TANDA

OS MÚSICOS NESTA GRAVAÇÃO

PIANO: Acesso contribuidor
CONTRABAIXO: Acesso contribuidor
BANDONEON: Acesso contribuidor
VIOLINO: Acesso contribuidor
VIOLA-DE-ARCO: Acesso contribuidor
VIOLONCELO: Acesso contribuidor

* Informação não garantida; às vezes as orquestras somavam ou substituíam certos músicos durantes as sessões de gravação.

COPYRIGHT

Artista/2° Artista: Acesso contribuidor
Compositor: Acesso contribuidor
Autor: Acesso contribuidor

* Informação não garantida


Sobre Decencia